Nesses últimos dias, tenho sentido uma sensação de vazio. Aliás, de muitos vazios.
Ainda sem saber muito bem o que fazer com ele e motivada pelo post passado, resolvi escrever.
Um desses vazios bem evidente foi causado pela transferência de um grupo de colegas para um outro prédio, deixando vários postos vagos. O silêncio, bem vindo nos primeiros dias, foi dando lugar a uma ausência de vozes, risos e discussões que começo a sentir falta.
Ficaram nas paredes a cola dos papeis usados para planejamento das atividades desse grupo que partiu, nos lembrando que estiveram ali e que, infelizmente, não tivemos tantas chances de nos aproximar, a não ser pela palestra sobre os tais papéis que colavam nas paredes...
Para piorar, como estamos atualmente com espaço sobrando onde antes havia uma super lotação, as pessoas que ficaram resolveram mudar de mesas tornando ainda maior a sensação de desorientação, de que as coisas e as pessoas estão fora dos seus lugares.
Na semana passada, já tínhamos experimentado a primeira semana sem a Taci, nossa amiga de blog e companheira de trabalho nos últimos 6(?) anos! Sua saída já havia deixado uma sensação de baixa, quando alguém que compatilha dos ideais de melhorias e mudanças de um grupo não está mais nessa luta. Certamente ela também está numa outra luta agora, com novos desafios e com sua esperança renovada, o que é muito bom para ela.
Nem faz tanto tempo assim que já tinha experimentado a tristeza da saída da Ana do nosso grupo, no final do ano passado. A Ana era ali, talvez a única a ter vivido experiências de trabalho parecidas com as minhas, no mercado, antes de vir para a universidade. Em parte por isso, temos um olhar muito parecido para os desafios da nossa área e da nossa profissão e que foi motivo de muitas conversas e algumas brigas (por que não?) que tenho saudades. Entramos no grupo praticamente juntas, numa época que éramos somente 5 ao todo. Hoje somos uns 40! No entanto, mais do que essa afinidade profissional, a Ana sempre foi minha irmã de alma e de astros (ela confirmou nos nossos mapas), o que no final das conta, explique porque costumávamos ser tão próximas na nossa convivência.
Na chegada do almoço de despedida da Taci, um outro vazio se anunciou! Clarissa me chama para contar que também sairia. Nem consegui respirar. Adoro a Clarissa, ela bem sabe disso, como pessoa e amiga que se tornou e como profissional super competente que dividiu comigo nos últimos 4 anos a experiência de tornar real um sistema que construímos do zero e que hoje é usado por muitos usuários e com um papel importante na corporação. Foram anos em que tivemos a liberdade de experimentar muitas idéias, ver a equipe crescer, vibrar com as etapas vencidas, driblar muitas dificuldades... Enfim, me orgulho muito de ter compartilhado esses anos com essa pessoa que, tenho certeza, terá um enorme sucesso em todas as escolhas que fizer profissionalmente.
Ainda mexida com a saída da Clarissa no final dessa semana, estive nos últimos dias envolvida em como resolver os impactos decorrentes de sua ausência no projeto. Como não teremos condições de absorver, no nosso próprio grupo, as atividades que a Clarissa desempenhava, a solução mais viável foi uma parceria com outro laboratório que já tem trabalhado conosco. Com a resposta positiva, hoje iniciamos uma transição dessas atividades para esse outro laboratório, levando com isso uma parte importante do prjeto. Ao mesmo tempo, vivo uma sensação de alívio, por ver que essa passagem viabiliza a continuidade do projeto, mas também de perda, em ver em outras mãos o que até agora tivemos a liberdade de definir e criar. Ainda terei que superar essa outra ausência.
Hoje tivemos o almoço de despedida do Lucindo, nosso auxiliar na recepção, que cuidava de todos e de tudo com seu astral e seu jeito sempre pronto a nos ajudar. Ele vai acompanhar o grupo que se mudou e será promovido na sua nova função. Sentiremos sua falta mas ficamos todos felizes em ver seu trabalho reconhecido e valorizado. Não fui ao almoço. Acho que, no fundo, usei a desculpa do atraso de uma reunião para fugir de me deparar com outra despedida.
Saí do trabalho hoje uns 10 minutos antes do normal. Enquanto dirigia, vinha pensando nesse vazio que restou, que começou pequeno e que foi crescendo. E como as pessoas realmente importantes fazem falta e deixam marcas por onde passam. Talvez esse vazio seja apenas uma ilusão, uma sensação de falta, de ausência, de saudades.
Cabe agora pensar em como esse vazio será preenchido. O quanto antes, para que eu não caia dentro dele. Sei que conseguirei. Pelo menos, já estou aqui, dando um primeiro passo, que é colocando minhas lágrimas nesse blog. E lembrando, junto com vocês, de todas as histórias que marcaram nosso encontro em um mesmo local de trabalho e nas nossas vidas. Acho que já estou me sentindo melhor. :-)
segunda-feira, 30 de junho de 2008
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Amigas
Desde pequena sempre tive mais afinidade com os meninos. Gostava de brincar de pega, de polícia e ladrão, de jogar pingue-pongue. Brincar de casinha e de bonecas não era tão divertido. Um pouco mais velha, achava a maioria das meninas fúteis. A maioria dos meus amigos eram garotos.
Mas hoje eu vejo que tenho grandes amigas. Há cinco anos trabalhamos juntas. Cinco cariocas, uma capixaba e uma pernambucana. A idade é bem variada. Apesar disso fazer pouca diferença. Somos bem diferentes umas das outras. Somos todas mulheres. Brigamos. Damos risadas. Trocamos confidências. Nem sempre entre todas. Falamos mal dos colegas. Mas falamos bem também. Falamos do trabalho. Da profissão. Dos maridos e namorados. Dos filhos. Das empregadas. De comida. De dieta. Choramos. Nos emocionamos. Nos abraçamos. Trocamos presentes, experiências, conselhos. Trocamos nossas vidas umas com as outras.
Aprendi como é bom ter amigas mulheres.
Sei que o tempo vai fazer cada uma buscar caminhos profissionais diferentes. Mas o que passamos juntas não vai mudar.
Esta postagem foi motivada por um texto que eu recebi por email. Assim que eu terminei de ler, lembrei das minhas amigas. Em como eu gosto de tê-las como amigas.
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Un profesor delante de su clase de Filosofía sin decir palabra tomó un frasco grande y vacío de mayonesa y procedió a llenarlo con pelotas de golf.
Luego le preguntó a sus estudiantes si el frasco estaba lleno. Los estudiantes estuvieron de acuerdo en decir que sí.
Así que el profesor tomó una caja llena de canicas y la vació dentro del frasco de mayonesa. Las canicas llenaron los espacios vacíos entre las pelotas de golf.
El profesor volvió a preguntar a los estudiantes si el frasco estaba lleno, ellos volvieron a decir que sí. Luego...el profesor tomó una caja con arena y la vació dentro del frasco.
Por supuesto, la arena llenó todos los espacios vacíos, así que el profesor
preguntó nuevamente si el frasco estaba lleno.
En esta ocasión los estudiantes respondieron con un 'sí' unánime.
El profesor enseguida agregó 2 tazas de café al contenido del frasco y efectivamente llenó todos los espacios vacíos entre la arena.
Los estudiantes reían en esta ocasión.
Cuando la risa se apagaba, el profesor dijo:
'QUIERO QUE SE DEN CUENTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA LA VIDA'.
Las pelotas de golf son las cosas importantes, como la familia, los hijos, la salud, los amigos, todo lo que te apasiona.
Son cosas, que aún si todo lo demás lo perdiéramos y solo éstas quedaran, nuestras vidas aún estarían llenas.
Las canicas son las otras cosas que importan, como el trabajo, la casa, el auto, etc.
La arena es todo lo demás, las pequeñas cosas.
'Si ponemos la arena en el frasco primero, no habría espacio para las canicas ni para las pelotas de golf.
'Lo mismo ocurre con la vida'.
Si gastamos todo nuestro tiempo y energía en las cosas pequeñas, nunca tendremos lugar para las cosas realmente importantes.
Presta atención a las cosas que son cruciales para tu felicidad.
Juega con tus hijos, tómate tiempo para asistir al doctor, ve con tu pareja a cenar, practica tu deporte o afición favorita.
Siempre habrá tiempo para limpiar la casa y reparar la llave del agua.
Ocúpate de las pelotas de golf primero, de las cosas que realmente importan.
Establece tus prioridades, el resto es sólo arena..
Uno de los estudiantes levantó la mano y pregunto que representaba el café.
El profesor sonrió y dijo:
'Qué bueno que lo preguntas...'
Sólo es para demostrarles, que no importa cuan ocupada tu vida pueda parecer, siempre hay lugar para un par de tazas de café con un amigo.
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Mas hoje eu vejo que tenho grandes amigas. Há cinco anos trabalhamos juntas. Cinco cariocas, uma capixaba e uma pernambucana. A idade é bem variada. Apesar disso fazer pouca diferença. Somos bem diferentes umas das outras. Somos todas mulheres. Brigamos. Damos risadas. Trocamos confidências. Nem sempre entre todas. Falamos mal dos colegas. Mas falamos bem também. Falamos do trabalho. Da profissão. Dos maridos e namorados. Dos filhos. Das empregadas. De comida. De dieta. Choramos. Nos emocionamos. Nos abraçamos. Trocamos presentes, experiências, conselhos. Trocamos nossas vidas umas com as outras.
Aprendi como é bom ter amigas mulheres.
Sei que o tempo vai fazer cada uma buscar caminhos profissionais diferentes. Mas o que passamos juntas não vai mudar.
Esta postagem foi motivada por um texto que eu recebi por email. Assim que eu terminei de ler, lembrei das minhas amigas. Em como eu gosto de tê-las como amigas.
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Un profesor delante de su clase de Filosofía sin decir palabra tomó un frasco grande y vacío de mayonesa y procedió a llenarlo con pelotas de golf.
Luego le preguntó a sus estudiantes si el frasco estaba lleno. Los estudiantes estuvieron de acuerdo en decir que sí.
Así que el profesor tomó una caja llena de canicas y la vació dentro del frasco de mayonesa. Las canicas llenaron los espacios vacíos entre las pelotas de golf.
El profesor volvió a preguntar a los estudiantes si el frasco estaba lleno, ellos volvieron a decir que sí. Luego...el profesor tomó una caja con arena y la vació dentro del frasco.
Por supuesto, la arena llenó todos los espacios vacíos, así que el profesor
preguntó nuevamente si el frasco estaba lleno.
En esta ocasión los estudiantes respondieron con un 'sí' unánime.
El profesor enseguida agregó 2 tazas de café al contenido del frasco y efectivamente llenó todos los espacios vacíos entre la arena.
Los estudiantes reían en esta ocasión.
Cuando la risa se apagaba, el profesor dijo:
'QUIERO QUE SE DEN CUENTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA LA VIDA'.
Las pelotas de golf son las cosas importantes, como la familia, los hijos, la salud, los amigos, todo lo que te apasiona.
Son cosas, que aún si todo lo demás lo perdiéramos y solo éstas quedaran, nuestras vidas aún estarían llenas.
Las canicas son las otras cosas que importan, como el trabajo, la casa, el auto, etc.
La arena es todo lo demás, las pequeñas cosas.
'Si ponemos la arena en el frasco primero, no habría espacio para las canicas ni para las pelotas de golf.
'Lo mismo ocurre con la vida'.
Si gastamos todo nuestro tiempo y energía en las cosas pequeñas, nunca tendremos lugar para las cosas realmente importantes.
Presta atención a las cosas que son cruciales para tu felicidad.
Juega con tus hijos, tómate tiempo para asistir al doctor, ve con tu pareja a cenar, practica tu deporte o afición favorita.
Siempre habrá tiempo para limpiar la casa y reparar la llave del agua.
Ocúpate de las pelotas de golf primero, de las cosas que realmente importan.
Establece tus prioridades, el resto es sólo arena..
Uno de los estudiantes levantó la mano y pregunto que representaba el café.
El profesor sonrió y dijo:
'Qué bueno que lo preguntas...'
Sólo es para demostrarles, que no importa cuan ocupada tu vida pueda parecer, siempre hay lugar para un par de tazas de café con un amigo.
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