segunda-feira, 23 de junho de 2008

Amigas

Desde pequena sempre tive mais afinidade com os meninos. Gostava de brincar de pega, de polícia e ladrão, de jogar pingue-pongue. Brincar de casinha e de bonecas não era tão divertido. Um pouco mais velha, achava a maioria das meninas fúteis. A maioria dos meus amigos eram garotos.

Mas hoje eu vejo que tenho grandes amigas. Há cinco anos trabalhamos juntas. Cinco cariocas, uma capixaba e uma pernambucana. A idade é bem variada. Apesar disso fazer pouca diferença. Somos bem diferentes umas das outras. Somos todas mulheres. Brigamos. Damos risadas. Trocamos confidências. Nem sempre entre todas. Falamos mal dos colegas. Mas falamos bem também. Falamos do trabalho. Da profissão. Dos maridos e namorados. Dos filhos. Das empregadas. De comida. De dieta. Choramos. Nos emocionamos. Nos abraçamos. Trocamos presentes, experiências, conselhos. Trocamos nossas vidas umas com as outras.

Aprendi como é bom ter amigas mulheres.

Sei que o tempo vai fazer cada uma buscar caminhos profissionais diferentes. Mas o que passamos juntas não vai mudar.


Esta postagem foi motivada por um texto que eu recebi por email. Assim que eu terminei de ler, lembrei das minhas amigas. Em como eu gosto de tê-las como amigas.

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Un profesor delante de su clase de Filosofía sin decir palabra tomó un frasco grande y vacío de mayonesa y procedió a llenarlo con pelotas de golf.
Luego le preguntó a sus estudiantes si el frasco estaba lleno. Los estudiantes estuvieron de acuerdo en decir que sí.
Así que el profesor tomó una caja llena de canicas y la vació dentro del frasco de mayonesa. Las canicas llenaron los espacios vacíos entre las pelotas de golf.
El profesor volvió a preguntar a los estudiantes si el frasco estaba lleno, ellos volvieron a decir que sí. Luego...el profesor tomó una caja con arena y la vació dentro del frasco.
Por supuesto, la arena llenó todos los espacios vacíos, así que el profesor
preguntó nuevamente si el frasco estaba lleno.
En esta ocasión los estudiantes respondieron con un 'sí' unánime.
El profesor enseguida agregó 2 tazas de café al contenido del frasco y efectivamente llenó todos los espacios vacíos entre la arena.
Los estudiantes reían en esta ocasión.
Cuando la risa se apagaba, el profesor dijo:
'QUIERO QUE SE DEN CUENTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA LA VIDA'.
Las pelotas de golf son las cosas importantes, como la familia, los hijos, la salud, los amigos, todo lo que te apasiona.
Son cosas, que aún si todo lo demás lo perdiéramos y solo éstas quedaran, nuestras vidas aún estarían llenas.
Las canicas son las otras cosas que importan, como el trabajo, la casa, el auto, etc.
La arena es todo lo demás, las pequeñas cosas.
'Si ponemos la arena en el frasco primero, no habría espacio para las canicas ni para las pelotas de golf.
'Lo mismo ocurre con la vida'.
Si gastamos todo nuestro tiempo y energía en las cosas pequeñas, nunca tendremos lugar para las cosas realmente importantes.
Presta atención a las cosas que son cruciales para tu felicidad.
Juega con tus hijos, tómate tiempo para asistir al doctor, ve con tu pareja a cenar, practica tu deporte o afición favorita.
Siempre habrá tiempo para limpiar la casa y reparar la llave del agua.
Ocúpate de las pelotas de golf primero, de las cosas que realmente importan.
Establece tus prioridades, el resto es sólo arena..
Uno de los estudiantes levantó la mano y pregunto que representaba el café.
El profesor sonrió y dijo:
'Qué bueno que lo preguntas...'
Sólo es para demostrarles, que no importa cuan ocupada tu vida pueda parecer, siempre hay lugar para un par de tazas de café con un amigo.

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2 comentários:

Clarissa disse...

Lindo, Leticia. É um desses poucos textos que lemos que tocam nosso coração, que nos emocionam e nos deixam felizes. Obrigada! Muito obrigada.

Eu também cresci no meio de meninos. No prédio, éramos 3 meninas e dezenas de garotos. Tive uma infância moleca, brincando de bola, polícia-e-ladrão, pique-esconde, etc. Essas duas meninas, Candy e Suzy, são minhas amigas até hoje. Uma delas, a Candy, tem 2 filhos lindos, adoráveis, encantadores. O Matheus é meu afilhado. Eles me trazem alegria e força para o dia-a-dia. Durante o doutorado, quando estava cansada e/ou preocupada, freqüentemente ia visitar as crianças.

Talvez por causa da infância cercada de meninos, sempre achei melhor trabalhar com homens. Não sei bem o porquê, mas acho que os achava mais objetivos, práticos, sem meias-palavras.

O Pactual foi o último lugar onde trabalhei antes de entrar para a PUC. Enquanto estava lá, tive grandes amigos e colegas de trabalho homens. Minhas amigas próximas de Lá (Tati e Lelê) eram usuárias, e não da minha área. Quando saí do Banco passei a me dar muito bem de uma ex-colega, a Marcia. Posso com isso? Hoje almoçamos juntas de vez em quando e trocamos e-mails.

Mas tudo isso aconteceu até eu entrar para o Tec. Deparei-me cercada de mulheres, uma ilha neste universo predominantemente masculino. Foi uma bela descoberta. Um universo rico, cheio de questionamentos, superações, e muito alegre.

Hoje sinto-me mais preparada para viver essa nova experiência profissional. Sentirei falta de trabalhar com vocês. Certamente. Mas não da amizade de vocês. Essa não se perderá. :-)

Julia disse...

Let,
resolvi comentar seu post com um novo post! :-)
Beijos
-- Julia