quinta-feira, 1 de maio de 2008

O Primeiro Encontro


Chegou o dia marcado. Depois dos e-mails sobre contos de fada, chegou a hora de pensarmos como será o nosso blog, sobre o que vamos escrever. Saímos do trabalho em dois comboios para a casa da Julia: eu, Clarissa e Letícia na frente, Andréa e Cris logo em seguida. A Julia já estava em casa, pois havia trabalhado de lá. A Ana foi a única que não pôde comparecer.

Alguns petiscos e um vinho gostoso. A Cris mal chegou e descobriu que teria que pegar seus lindos gêmeos (Ruth e Luca) na creche. Com a sua tranquilidade, correu lá e os trouxe. Vinícius, o filho da Julia, de 8 anos, cuidou deles super bem enquanto a sua mãe a as amigas pensavam no que iriam escrever neste espaço.

Divagamos sobre algumas idéias, várias vezes falamos que o ambiente de trabalho da informática é muito masculino, muito sério. Talvez por isto, estejamos unidas para escrever sobre um escopo variado de situações que acontecem no nosso dia a dia. Situações com colegas, com clientes, com chefe (pois é, todas nós temos o mesmo chefe), mas também com os maridos, com os filhos. Porém, dificilmente escreveremos algum artigo técnico aqui. Juntas descobriremos o que queremos escrever e publicar.

No meio desta divagação, Letícia pediu para assistir o jogo do Flamengo. Julia correu para assar a quiche. Clarissa cuidadosamente anotava todas as idéias e comentários que surgiam. O que seria de nós sem a sua organização? Enquanto isto, eu pesquisava como registrar o domínio e Déia tinha notícias dos seus sobrinhos trigêmeos. Tudo muito organizado. :-) Quase esqueço de comentar que um dos maridos já havia chegado, mas teve que esperar em outro cômodo da casa com as crianças e sem jogo de futebol.

No final da noite*, tínhamos várias anotações, meia dúzia de fotos de um notebook com um batom por cima e uma motivação gigantesca. Estou ansiosa para ver como isto vai ficar!

Bem, é uma experiência, e como toda experiência, pode ser que dê certo.

* Final de noite de um bando de mulheres de informática, que precisavam voltar para os seus maridos e filhos carentes de nós. Portanto, nada muito tarde.

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